terça-feira, 4 de outubro de 2011

Amanhecer


A manhã rompe…tão delicadamente o horizonte
silenciosas…
majestosas…
delicadas…
as mentes….motivam-se para mais uma aurora…
no verbo presente…
A lua, essa, já mal se nota….
no céu dos nossos sonhos…
delicadamente…retira-se descalça…
sem olheiras…
nem ramelas…
nem peneiras…
De quem zelou, pela noite dentro, os pensamentos …
Os sonos profundos as contenda…as ruelas…
As casas sem rumo…
as uvas sem bago…nem sumo…
As andorinhas, essas, indiferentes das suas bagagens …
falam baixinho na sombra dos seus ninhos…
partem em excursões…folionas…
sem roupagem…nem desanimo…
porque  um  dia, irão voltar …alegres…
apenas …com a força que solta…
a audácia duma andorinha…leve…
tal como a lua … parte agora pra outras metas...
E volta sempre….Apaixonada!...
Sempre com a mesma roupa…Mas sempre… de cara lava!

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