quinta-feira, 7 de julho de 2011

Cobardia


Declamando sem cobardia!
João Loy

Com a força do vento…
Caminho em… inquérito
Com o passar do tempo…
Vejo ingratidão no pretérito

Os olhos não alcançam o instante
Em que tudo é falso….seco
A alma apanha-o…no beco…
E, só o sonho o torna vibrante!

Cobardia… quem és?
Que queres tu dos homens?
Diz-me: ajoelha-te a meus pés
E, vestir-te-ei... de uniforme…

Apressada… no seduzir …
Como pássaro… errante…
Doce ser….no possuir…
Amarga…no mesmo instante!

De loucos o mundo é farto…
De humildes… o mundo é parco
Eu, escrevo o que dita a alma…
Passando a louca com… calma…

Desdizer… por malvadez…
Cobardia… nada, podes fazer…
És obra… de insensatez…
Que a mim, só me dá prazer!

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