sábado, 10 de setembro de 2011

Vidas



Já, pratiquei a tolerância…
A humildade sem fragrância…

A contenção desmedida…
Hoje, pratico o rastreio de vidas…

Vidas, que não quero aplaudir…
Por serem apenas existências,

De puras vidas a dormir…
Já bebi do fel da injustiça…

Agora, acordei da preguiça …
Que guardei, para não fazer sofrer…

Ah …mas que se compadece…
Por sermos verdadeiro e sérios a valer…

O mundo está mutilado…
De verdade, amor, e compaixão…

São apenas palavras usadas…
P´ra nos gerar contemplação…

Mas um alerta aqui deixo…
Cuidado, não me imitem por favor…

Não vá o rastreio, ser à vossa pessoa
E percam, a sua essência e cor! 

1 comentário:

  1. Grande mensagem...muito forte este poema. Parabéns doce Mel
    Bjo no teu <3
    Mias

    ResponderEliminar