sábado, 28 de janeiro de 2012

A Oblação De Amar





Convertida em Ninfa,
Pelo mar, esvoaçava, em vão
Eis, que vindo do nada
Visiono, o cupido, de seta apontada.

Julguei estar a sonhar,
À tona daquele mar,
Mas, o cupido foi cravando…Cravando…
Até meu o corpo confirmar…

Com a alma já enfeitiçada,
O cupido avançava…avançava,
Doidamente esculpindo em mim, a parte que me faltava.

Etilizou-me em pedaços de amor
Que foram gotejando, ardentes
Numa embriagues, de frases soltas, quentes

E, num sopro de vida ofertado.
Uno os meus lábios, aos lábios desejados
Quedo-me, então, aos pés do cupido, a orar…
Agradecendo, fervorosamente, a oblação de amar.

Sem comentários:

Enviar um comentário