sábado, 3 de dezembro de 2011

Sinto!


Sinto!
O teu corpo, trémulo, frágil,
Em lugares distantes…
Em ventos de levante
Sinto!
O teu olhar penetrante,
Gritar de saudade,
Escondido de ti,
Vacilando,
Em qualquer lugar.
Sinto!
As tuas mãos carentes,
De um novo começar
Sinto!
A tua voz,
Nas asas de pássaros a voar
Sinto!
Algo que escondes,
No teu saber mais profundo...
Sinto!
Tumulto, no teu sentir, furibundo…
Sinto!
Poema…Enfraquecido,
Em reticências...hífenes, perdidos,
Em inseguranças, em crenças...
Em espaços cobertos, de astros latidos,
Sinto!
O teu sentir...
E em poemas escrevo [Sentindo!]

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