quinta-feira, 7 de maio de 2015

HISTÓRIAS


Uma mão que abraça...Em vão
Outra solta que amarra o punhal, e espeta o coração.
São memórias que prendem
a quem habituado está, ao que de suportar é capaz.
Dividir um amor, maior,
com amores de ocasião,mascarados de trabalho mentiras e fatos
fatos, que se vestem, nus, em cima do corpo.
E beija-se o tempo
E beija-se a boca de outras bocas
E faz-se amor... Em cima de outras sombra.
Enlouquecesse-se de tormento..
Fuma-se de novo...bebe-se uns cafés
E tudo passa...Tudo passa e na próxima viagem.
o amor volta imperfeito e farto de novo, por um troco de mentiras e promessas vãs.
Perdoem-me a mim...Que não sou dessas,
sou diferente, e não me interessa, ter assim tais parecenças...!
Que se viva de memórias e histórias turbulentas,
tanto se me dá.
Contudo; não me leiam contos de fadas. onde só existiam duendes
E que não se aponte os defeitos da outra, na presente.
A mentira tem perna curta, mas veste sempre, farda de indulta.
Uma mão que se estende, curta
no papel distante, mas presente!
Ama-se a puta... Como uma senhora!
E o paciente é Inglês.
E veste-se de indigente ... Por piedade talvez...!?
...E pronto...!
Lembranças... Memórias...Histórias!
Num painel que abraça...Mas vive solta!

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