terça-feira, 12 de maio de 2015

[…?!...]




Não sei porque me condeno
Nem porque me condenas
Se o absoluto me é insignificante
E o não-ser me é imenso.
Amo a vida que nos meus olhos se demora
E odeio a morte em pleno movimento.
E mora em mim uma força leve como penas
Que me liberta o carrego e o tamanho
Ao que de mim mais me importa
E uma que me prende ao que me castiga
Mas sempre me exorta e comigo tanto briga
Não sei porque me condeno
Não sei porque me condenas…
Oh vida.

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