sábado, 13 de agosto de 2011

Onde habito


Este lugar onde habito…
Encerra, gritos insuportáveis!
Sentimentos não palpáveis…
Este lugar…onde habito…
Sem gente, sem sorrisos…
Só o vento traz ruídos absurdos,
Gritos vestidos de veludo…
Soluços contidos em luxúria…
De desejos que ardem …
Como vulcão…em fúria!
Neste lugar onde habito…
Por solução…
Há gente que não se move …
 Vontades que não se dissolvem…
Há cais sem barcos…
Sem velas… sem correntes…
 Gaivotas, sem céu pra voar…
Quero um lugar urgente,
Que me faça sentir gente…
Com vontade de habitar…
Neste, ou, em qualquer lugar!...

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