segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O Véu


Já vivi tantas... emoções ...
Tantas, coisas belas, sem pedir…
Amei, e também feri, corações…
Sem intenção alguma de ferir…

Delas, guardo o melhor que posso,
Do muito que aprendo na vida…
Uma delas… é o remorso…
Que não sinto, em algumas partidas!

Há sempre uma razão que nos consola
Mais alto que o próprio céu…
Ouvir a alma, como quem pede esmola,

E nos desnuda suavemente do véu,
Dos enganos onde possamos cair…
De quem vive apenas com o fim! De Possuir!
  

2 comentários:

  1. Mel, as tuas palavras são mágicas...Queria ver a vida com os teus olhos e o teu coração para entender e entrar nas tuas emoções...são tão verdadeiras, descrições sublimes de paginas da vida...que tamanho é esse sentir...Parabéns pela tua sensibilidade e por saberes construir num poema o que não o comum ser humano não consegue exprimir por palavras...mas tu que fazes na perfeição...Saber usar as palavras é um dom que possuis (entre outros)...Só me cabe dizer: Quanto orgulho em ter um mãe tão inteligente, tão sensível, única...mas, és minha :) Não, não estou a ser possessiva, apenas vaidosa de ter uma mãe como tu...Amo-te Melzinha.
    A tua Mias

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  2. Oh minha Mias coisa boa! obrigada!

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