terça-feira, 10 de abril de 2012

Sem Ti


Sem ti…

A saudade, é ermo, é brado
É sopro de vento,
Que geme…
Num frenesim mendigado

Sem ti…

O céu é distante…É vão…
E, as horas são o bastante…
Onde o desejo, é pecado…E, perdão

Sem ti…

Há um convento de nostalgia…
Onde os sonhos
Apenas se cruzam
Na clausura, da fantasia…

1 comentário:

  1. Se o Maomé não vai à montanha, por que não vem a montanha ao Maomé...?
    Adorei o teu poema. É excelente, mesmo com essa nostalgia...
    Mel, querida amiga, tem um bom fim de semana.
    Beijos.

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