domingo, 15 de abril de 2012

Fui eu!



Velozmente, tudo se transmutou
E se revestiu de um só som
O som do silêncio!

Fui eu,
Quem te pintou …
Quem te descobriu…
Quem te amou…

Fui eu…que nasci pra morrer em ti
Pintura perfeita que representas para mim!

Procuro-te, mas não te vejo…A tela desbotou orvalhada de desejo…
Transformou-se em vento…
Vento,
Que abraço no momento em que pondero existir…


Agonizo de dor… [Meu Deus] …
Dor, que grita nas masmorras…Da punição,
Amar-te assim é crime, pra ser cumprido.

Vou desenhando no ar, palavras que não consigo reproduzir

[Meu Amor, Sou Tua, Para Sempre… Tua!
Ainda que o Mundo se engula a si Mesmo.]

2 comentários:

  1. poema que encerra ... que descreve ...sem esgotar...o incessante desejo de dizer o que o amor é ...é!... ainda que feito silêncio e vento...dor e agonia...procura......ainda!...mas amor sempre...que é fonte...que desenha as palavras que não se dizem...nem escrevem...porque ..as ..."...não consigo reproduzir.."...

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