Como nenúfar no lago…
Pairo em silêncios cantados…
Em noites de aconchego…
Em alvoradas que não descrevo…
Banho-me na frescura dos teus lábios,
No apertado, colorido dos teus braços…
E no teu peito… repousa…O mergulhar do meu cansaço…
Que em mim se dilui, como aguarelas …
Puras… alvas …infinitamente belas…
Como dizer que te amo…meu amor?!…
Se estou mergulhada…em aguas destiladas de fulgor…
As carícias falam…no silêncio…onde te embalo penetrante!
Nasço…e ressurjo…em cada olhar [teu]… Ofegante!...
As palavras… seriam rouquejantes… ruídos…
Não o bastante!…
Para um sentir tão infinitamente… [Sentido]
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