O
teu mundo é um poema
Silencioso
Perfilhado
com um raro e puro amor
Porque
nos teus olhos há raízes
Que
germinam no útero
Que o
mundo em ti gerou.
Ele,
cedeu-te diploma de alforria
Para
que possas concluir
Com o
mesmo zelo e alegria
Os
feitos que ele principiou.
As
estrelas no firmamento afoitam-se a sorrir
Detendo
a respiração
Quando
em ti se rasgam trevas
E
fazes delas
Claridade
em exaltação
Lindo
é o verbo criar
Difícil
é ama-lo
Com o
brilho de pérolas no olhar.









































