terça-feira, 9 de julho de 2013
terça-feira, 18 de junho de 2013
..Só Tu e Eu…
Quando em mim te percorres
Docemente penetrante
Ausenta-se-me o chão debaixo dos pés
Em inesperado instantes
E
O Céu declara-se-me
Nessa pele de veludo, trigueira
Selvagem,
Numa coragem voraz que me consome inteira
Os teus braços, meu amor
Quando em mim se enleiam
Esses braços que foram talhados
Para me endoidecer
Apressam-me a natureza, de em ti me perder
E
Prontamente a minha carne se desnuda
Em verdes desejos
Amadurecendo velozmente
Ao doce prazer na boca que beijo.
MelAlmeida
sábado, 18 de maio de 2013
UM OLHAR
Com a consciência de um anjo
Nas tuas mãos abandono o meu ser
E nelas vivo
Todos as razões de viver
Visito o céu
Abraço as nuvens
E bebo a luz do sol
Antes dele nascer
Toco nas estrelas que há nos teus olhos
Olhos, que não adormecem
E ao cerrar os meus
Cantam-me poemas que não sei escrever
Porque,
Só os deuses os ditam
Só os deuses os sabem cantar
Nos momentos
Em que a eternidade
É insuficiente para te olhar
18/4/2013
MelAlmeida
sábado, 11 de maio de 2013
NA TUA PELE
A pele
Em arrepios
Os poros num desvario
Corpos colados
Numa serena inquietude
Como pássaros que cantam
Aleluias nas altitudes
E
O silêncio falando
Falando
Na pele calada
Que a sussurrar vai ditando
Os desejos em escalada
E
Dormitando na pele
Nua
Que nos veste de amor
Embriagados
Num profundo e puro
Num amar firme e seguro
Onde os olhos se beijam
Em lábios colados
11/4/2013
MelAlmeida
domingo, 21 de abril de 2013
INTEIRAMENTE
Abandono-me em ti
Como se fosses o infinito
Absoluto e disponível
E
Solto os nós das amarras
Em arrepios e garras
Embriagada pela fragrância
Dos sentidos
Nesse abandono
Sinto o mundo nas mãos
E faço dele
O nosso estar
Sem qualquer explicação
Ainda que longas
Sejam as horas
Todas…
São como estrelas cadentes
Fugazes e incandescentes
Abandono-me em ti
Como se tivesse a certeza
Que os dias anoitecem
Eternamente
No ombro das manhãs acesas
MelAlmeida
21/ 4/2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
MOMENTOS
És como uma dor
Que se vomita
Em voz rouca
E se redige
Em poesia
Num amargo
De boca
Apenas choram
Nas mãos
De quem as guarda
Numa exactidão
Ausente
Porque
Nada é mais tristonho
Do que não saber
Dar cor à vida, ainda que em sonho
Vida,
Que não se canta
Nem dança
Onde
Apenas fica o grito
Como sufoco
Perdido na garganta
MelAlmeida
Foto de: Jó Almeida
sexta-feira, 5 de abril de 2013
segunda-feira, 4 de março de 2013
VISTO-ME DE TI
Visto-me de ti
Na pele que me se entrega
Nua…
À minha boca
Num rigor insinuante
E nessa veste bendita,
Desmontam-se ruínas,
E nascem obras eruditas
Visto-me de ti
No odor da onça que domina o viço
Que me aglutina e conforta
E sem me dar conta
O dia cessa…
E a noite, essa, não tem portas.
Visto-me de ti…
Em gestos vivos e lentos
Como quem escreve versos,
Na fogueira do tempo
E, nessa doce claridade…
Nascem astros, que cantam no
firmamento.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
terça-feira, 19 de fevereiro de 2013
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
DESENHO APAGADO
Cansaste-me em palavras cruas,
Que me ardiam desnudadas
Onde desenhaste em gestos de loucura,
Pungentes melodias, mascaradas.
Em actos,
Que me eram partos, sem tempo, nem espaço
Queimando na escuridão, a luz dos meus dias
Num frio que arrepia, as noites sem nome.
Na minha boca, nasciam-me impérios de pedidos
Folheados em agudos silêncios…Nunca ouvidos.
Agora, apaguei todos os sinais que fui tatuando,
Numa inquietude invertida,
Onde me repousa a mente, protegida.
No cansaço, que em mim descansa.
E me incendeia numa verdadeira paixão,
Em taça de beijos…Na boca da exactidão.
MelAlmeida
domingo, 27 de janeiro de 2013
JORNADA
Nas palavras que me cantam sibiladas
Onde te revejo…
Com a sagaz coragem,
Que pernoita
Em fortaleza embriagada nas noites,
Onde repousam as nossas madrugadas.
E
No meu devaneio
Voam-me imagens em carruagem silenciosa
Onde me passeio
E o som,
É uma paisagem acesa,
Que me cerca, sem paragens na incerteza
Mas ao ver-te,
Já não é o tempo que em mim viaja
Sou eu, quem viaja sem tempo…
Nos braços que me abraçam,
Como carril oleado de desejo,
Onde não existe desalento
Pousando a paisagem…
Em abraços, e num beijo, lento.
MelAlmeida
domingo, 20 de janeiro de 2013
HINO À VIDA
Trago no olhar a claridade de todos os astros…
Na boca, o sorriso das manhãs enfeitiçadas
Onde desenho a pastel oceanos e sereias
Em gotas de luz ardentes,
por mim criadas,
nas areias do meu mar.
No cabelo, solto a escuridão das noites orvalhadas…
Em pingos de mel e ramos trajados,
pelo canto das aves emigradas…
E, no meu corpo inquieto…
Aquieto a imensidão das falésias adormecidas
Nos caminhos, em passadeira de sombras choradas e perdidas
E, sonhando acordada vou…
Vazando o meu lago de ventura…
À vida que não sei contestar…
Porque nela, me avalio com abençoada ternura
MelAlmeida
sábado, 12 de janeiro de 2013
NO MEU SONHO
Hoje, que a poesia se faz em nós
Como gaivotas ébrias de melancolia
Aguardamo-nos na impaciência,
Como almas ao vento, queimadas em perfeita demência
E,
Nos teus sonhos de
macho arrojado
Sei-te em falácia incerta, que se acerca em vedações de
arame farpado
Hoje, golpeados por gládios aguçados
Onde escorrem sulcos de dor, e nos rasgam as entranhas em
brancos marcados
Mas, ainda assim,
Procuro encontrar-te, num pedaço que me vista de consolo
E te cubra como lenitivo, em cais onde embarcámos,
Sem porto
de abrigo.
Hoje, sinto-te nuvem, pairando nos meus lábios frios,
Meu amado, porque os deixaste falecer?
Se para ti nasceram, como um leito que se ajeita ao rio.
Onde navegavas, sem tempo marcado!
Os meus sonhos, não sabem mais quem são?
Perderam-se no clímax de uma cegueira
Quando sonham acordados contigo, em delírio de paixão!
MelAlmeida
quarta-feira, 9 de janeiro de 2013
POR TI AMOR
Esperarei por ti
Meu amor…
Ainda que os dias se consumam em trevas
E as montanhas se vão desgastando
Nos registos que agasalho
Como banquete em horas que me vão tombando
Esperarei por ti
Meu amor
Até que os ventos me tragam
De volta a tua voz …
Que me acode…Com tal nitidez
Como águas puras que se escoam sem foz
Esperarei por ti
Meu amor…
E
Quando o instante finalmente, chegar
O meu corpo será perfumado de rosas
E
Adormecerei no teu peito
P´ra não mais acordar,
Em noites que se me consagram sem astros, sem luar.
Esperarei por ti
Meu amor
E
em taça de champanhe transbordante
Irei celebrar-te…
Ante, a areia que aguarda impassivelmente
O doce beijar do seu mar, Amante.
MelAlmeida
quinta-feira, 27 de dezembro de 2012
QUEM SOU?
Quem sou eu…
para além de mim…
quem me habita em quina
desfigurada...
onde me estoiram flores
como sons de aves
em debandada.
Quem sou eu …
para além de mim…
não me reconheço…
nem me sinto,
ainda que me açoite,
e me sorria, em contrafeitos dias,
porém,
choro-me em brancas noites.
Quem sou eu…
para além de mim…
serei tudo…
ou apenas, uma matizada alma,
subordinada à fantasia…
Mas, também que importa…
quem sou para além de mim
se, nem eu sei se existo…
para além de uma palavra vazia.
MelAlmeida
domingo, 8 de julho de 2012
Inexistente
Longe de ti
Não, não sou ninguém,
Sou sombra desfocada,
... Inexistente…
Sou um pedaço de nada
Em corpo de gente…
Sou quem vive
silenciada
…. Imortalizando…
As palavras que me
soam
Constantes
E me fazem tingir os
dias
Em tons falsamente
brilhantes.
Perto de ti
A escuridão é abraço
As nossas bocas são
rosas
Que desfolhamos em
prosas
Silabadas de amor
Em chão de estrelas
Que matizamos de
violetas
No nimbo de duas
almas poetas.
Melalmeida
sexta-feira, 8 de junho de 2012
Hoje...Sempre.
Hoje, faço amor contigo em poesia
Desguarneço-me de véus e mantos,
Que guardam o desejo
Perfumo-me de essências corporais,
Na ânsia excessiva
De te querer nesta página
Como marcador
…Em Ais…
Entrego-me inteira ao teu querer,
Iniciado no pólo de um beijo.
No episódio perfeito…
A tua boca…No meu peito,
Num
Esmagar de almas em sintonia
Cerro os olhos, entrego-me embriagada de paixão
Um
tecto, um chão, dois corpos em desalinho
Onde apenas os ais, voam, no sussurrar dos beijos
Loucura incontável, ao comum dos mortais
Onde me arrombam frases poéticas,
em concordância descarnada
Entre o tudo… E o nada…
Morremos depois…Os dois!
terça-feira, 29 de maio de 2012
Sombras Reescritas.
Reescreve-me em
beijos,
em abraços…Em
sorrisos
desenha-me em folhas
de prata
borrifadas nas águas do desassossego
em instantes
perfeitos,
feitos, no instante de um
silêncio.
Partilha-me na tua
pele, arranca de mim o sentir
aquele que de longe
ecoa ainda, nos nossos sentidos
Clama-me…O quanto me
desejas
em palavras, em
escritos,
em bocas que ardem
sufocadas
no vasto campo dos
tempos perdidos
Ou então,
sonha-me oxidada…
Na oficina abandonada de um velho artesão.
sábado, 26 de maio de 2012
Sempre!
Saberei sempre, distinguir-te em cada vírgula,
Em cada [a] que não se esgota
Nas palavras que, como corda vacilante
Te fazem estremecer a carne, solta de ti
Saberei sempre…Quem és!
Minha fonte viva, onde brotam acácias em pedras soltas
Que ardendo de desejo,
Tentas controlar como barco, em maré de despejo
Abnegas o que mais desejas,
E colocas-te em posição de queda,
Nas alucinantes
lembranças, que te investem de mim.
Agora, não sou mais eu, quem em ti se passeia
És tu, quem me prescreve.
Eu,
Parti noutros braços, em viagem sem retorno
Na busca dos teus…
Encontrei-os com os olhos bem cerrados
Encontrei-os…Por fim, ao abri-los sem receio.
segunda-feira, 21 de maio de 2012
Tão tarde...!
É tarde,
Que nem me lembro de
mim
Nas tardes,
Em que como um livro,
ao vento…
Se me folheiam
As páginas, num
frenesim
É tarde sim.
Mas, apesar do tardio,
O livro que leio, são
folhas,
Folhas, que não sei
encerrar
Por ser tarde, fecho
os olhos
E nele me arrebato a
sonhar.
Por ser tarde,
As noites, chegam fugazes
E os dias tardios vão
vazando
Como rio no seu leito
Nas tardes, em que
sinto frio,
Por já ser tarde demais
no meu peito.
Tão tarde…!
domingo, 20 de maio de 2012
MORRI
Na irrefragável força que nos envolveu,
como barcos atracados ao cais,
em abraços e beijos, de luar vivo.
Remoinhos imersos de verdade,
onde, desvendámos palavras acríticas,
que em nossos olhos arquivámos,
na esperança, de uma
reiteração viva.
queimámos os corpos, em desejos irrecusáveis
em sorrisos
abraçados,
mas, inacabados no
hálito do amanhecer.
Numa boca de paixão que ardeu,
em águas estagnadas de silêncio,
na distância tão curta, e tão longa
no abismo,
de um “Adeus”
Morri, na embriaguez dos sentidos
...entre...
duas bocas que se tocam por prazer.
Que [ Preciso!]
Morri?
Não, não exigia, ter morrido!
Para renascer em renovadas frases de prata,
que à chuva do meu olhar, têm escurecido!
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Existe em ti
Existe em ti…
Um rio…Retido na sombra do teu olhar
Em frases que se encantam
Na pauta…Dos teus versos raros…
Existe em ti…
Madrugadas de loucura…
De uma luz, intensamente, intensa de ternura…
Existe em ti…
Uma árvore solitária…Nua…De braços erguidos…
Em madrugadas que ignoram os sentidos
Existe em ti…
…Aves que não voam, não cantam, nem sonham
Tombaram…No pranto de um poema frio
Existe em ti…
Um lugar distante...Vazio…
Onde as estrelas adormecem…Numa inquietude que não merecem…
Existe em ti…
Um Mundo…Que te implora tempestade…Prontas a explodir em
vontades…
Existe em ti…!
segunda-feira, 30 de abril de 2012
Sou-te
Sou o silêncio estrelado,
no manto azul da noite
Sou lua que te contempla,
descalça a sorrir… Sou água que no seu leito,
folheia poesias de amor
Sou silêncio imortalizado…
Vestido de veludo…
Em madrugadas de olhares mudos…
Sou melodia,
que voa nas asas alvas da saudade…
Sou quem abriga o mais belo e profundo…!
Sou a Verdade..!
Sou a tua dor…!
O teu grito…!
O teu Mundo…!
Sou-te tudo…!
Meu amor…!
domingo, 15 de abril de 2012
Fui eu!
Velozmente, tudo se transmutou
E se revestiu de um só som
O som do silêncio!
Fui eu,
Quem te pintou …
Quem te descobriu…
Quem te amou…
Fui eu…que nasci pra morrer em ti
Pintura perfeita que representas para mim!
Procuro-te, mas não te vejo…A tela desbotou orvalhada de
desejo…
Transformou-se em vento…
Vento,
Que abraço no momento em que pondero existir…
Agonizo de dor… [Meu Deus] …
Dor, que grita nas masmorras…Da punição,
Amar-te assim é crime, pra ser cumprido.
Vou desenhando no ar, palavras que não consigo reproduzir
[Meu Amor, Sou Tua, Para Sempre… Tua!
Ainda que o Mundo se engula a si Mesmo.]
terça-feira, 10 de abril de 2012
quarta-feira, 4 de abril de 2012
Livro
Sou livro inacabado…
Rasurado, perfilhado…
Livro que tudo contém…
Páginas de mim…
De ti…De tudo.. E, de ninguém…
Desamarro segredos banais,
Verdades casuais…
Injustiças diabólicas…
Alegrias celestiais…
Em cada linha que escrevo.
Dobro-o em rituais chorados
Em linhas, desenhadas por fados
Que a vida me vai cantando.
E, em prosa, ou poesia…
Em desilusões…Ou alegrias…
Escrevo, o meu livro em memórias
Que adormeceram… Amarelecidas nos bancos,
De tantas...Páginas em branco…
Hoje, de joelhos curvo-me,
Sobre o meu livro Sagrado,
Escrevendo com fidelidade,
O livro, há séculos programado…
Nos céus, na terra,
Nas margens, de um rio transbordante,
Nas ondas, de uma mar ondulante...
Em palavras que leio, numa edição limitada...
Mas, Exuberante!
sexta-feira, 30 de março de 2012
JESUS
Por Tua própria vontade
Verbo, chamado “Vida”
P´ra salvação da Humanidade
Dela, bebeste o fel
da compaixão,
Doaste tudo o que era Teu
Numa entrega equitativa
Renegaram-te…Perseguiram-te…
Tiraram-te a Vida!
Nada temeste por amor…
Carregando com sofrimento, e dor…
A Cruz ao Calvário...E, na hora derradeira,
Clamaste apenas ao Pai;” perdão e amor p´ra humanidade
inteira!”
Agora, vive o Mundo em guerra…
Por desmedida ambição…
Quem dera …Que todos soubessem o quanto…
Ainda, nos amas, nesta estéril condição!
sábado, 24 de março de 2012
[...]
[…]
Beijo-te…
Sonho-te…
Abraço-te em mim…
Escaldante…Pensar em que me adormeço…
Na boca,
Absorvo o doce gosto que de ti invento…
Na pele,
Aflora-me,
Um arrepio intensamente…Intenso,
Te Amo…Te pertenço!
Vem, o meu sonho é sentinela…
Sem tempo…Nem hora…
E, ainda espreita pela janela,
As serenas ondas deste cais
No perfeito desejo que cerca,
O desejo dos mortais…
Te pertenço!
Te amo!
E, não sei porquê?...
[…] Ainda!
quinta-feira, 15 de março de 2012
No Meu Sono
Hoje, invadiste o meu sono
Com tamanha expressividade
Aconchegaste-te ao umbral
Da minha quietude, chamada verdade
Hoje, que os versos me estão descalços
Piso o meu chão sem transtorno…
No alongar de um silêncio, quase incauto
Que perfilho… Mas, que abandono…
Hoje, vesti-me de mim por vontade
De me encontrar com a entidade
Que me nasce, num bem-querer
Num desapego total de malignidade
Como a dor de um embrião a nascer
Onde, a alma chora…liberdade.
LUA
Se a lua sonhasse…
Tanto quanto eu…
Acordava somente,
Quando despertassem
Os sonhos meus…
Ela eleva-me ao alto…
À essência…Ao infinito…
E, pela noite fora…
Vagueamos em poesias, e escritos...
Em sorrisos, lágrimas, e fantasias…
E, abraçadas,
Sonhamos como crianças alienadas.
Quer de noite...Quer de dia.
terça-feira, 13 de março de 2012
quinta-feira, 1 de março de 2012
Flores que falam.
Esperei o teu sorriso,
Nas pétalas de uma flor…
Flor, com que me brindaste
Numa noite de amor…
Esperei…
Mas elas não puderam esperar comigo,
E, foram enfeitando aos poucos…
O meu chão…como mendigo…
As pétalas, que me falavam de ti…
Falavam-me por comiseração…
Fui, então...
Apanhando pétala…a pétala…
E, perdi-me no tempo…do meu chão
Só agora vejo,
Como as minhas mãos sangram
Embebidas de solidão.
Subscrever:
Mensagens (Atom)

















































