segunda-feira, 8 de junho de 2015

Des/amar/ des/umano

Não sei onde foi que errei...
Mas também que me importa...
Se errar é vida
E quem não erra, está morta!
Vou continuar errando, certamente
pois que me seja urgente errar
e amando, vou
indiferente, ao que me sou.
E se o céu chorar por mim
que seja de alegria insana
porque amar não é utopia
E (des)amar, é desumano.

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