domingo, 20 de janeiro de 2013

HINO À VIDA




Trago no olhar a claridade de todos os astros…
Na boca, o sorriso das manhãs enfeitiçadas
Onde desenho a pastel oceanos e sereias
 Em gotas de luz ardentes, por mim criadas,
nas areias do meu mar.

No cabelo, solto a escuridão das noites orvalhadas…
Em pingos de mel e ramos trajados, 
pelo canto das aves emigradas…

E, no meu corpo inquieto…
Aquieto a imensidão das falésias adormecidas
Nos caminhos, em passadeira de sombras choradas e perdidas

E, sonhando acordada vou…
Vazando o meu lago de ventura…
À vida que não sei contestar…
Porque nela, me avalio com abençoada ternura

MelAlmeida

3 comentários:

  1. Gostei do poema, expõe a alma do poeta. Meu beijo.

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  2. Adorei o teu poema.
    É belíssimo e foi muito bem escrito.
    Gostei imenso, pois claro...
    Mel, querida amiga, tem um bom fim de semana.
    Beijo.

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