sexta-feira, 11 de novembro de 2011

Flutuo

Flutuo em margens…

              De brandos ramos…

No alcance inatingível de mim…

              …Flutuo…

Em águas que gelam mágoas…

E secam minha alma…

Como amoras pisadas e gastas……

                 …Flutuo…

Como…Estaca…Sem nome... Paralelo flutuante…

E vigio na noite…E a cada instante…

O teu rasto…Como estrela vigilante…

                    …Flutuo...  

Nos mares onde passam…Por instantes os olhares [meus]

Em longa estrada de prata e cetim…

Flutuo em mim…

Esperanças vãs de seguir-te…

E se perdeu!

Oh… Meu amor…Rogo aos Céus…

                      …Infinita…Dor... De alcançar o esplendor…

                         …Flutuo…

Até onde… Começa a vida…

E termine a saudade, de um Adeus... Sem [dor]

2 comentários:

  1. Mel, o teu poema é fabuloso.
    Os meus aplausos pelo talento poético que consegues dar às tuas palavras.
    Beijo grande, querida amiga.

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  2. gostei deste poema que achei excelente.

    gostei de ver esta foto, tenho uma igual do dia 17-04-2011 publicda no meu blogue de fotos.

    um bom feriado!

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